:: Programa de Pós-graduação em Engenharia Elétrica da UFBA ::

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Conheça o Programa

 

 

O Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica (PPGEE) da Universidade Federal da Bahia (UFBA) é sediado na Escola Politécnica, escola que foi fundada em 1897. Nessa Escola, há cursos de graduação em diversas engenharias, entre as quais, a elétrica e a de computação. A formação de engenheiros eletricistas teve início em 1944 com o curso de graduação que atualmente possui as seguintes ênfases: Generalista; Sistemas Elétricos; Sistemas de Comunicação; Sistemas de Controle e Sistemas Eletrônicos. Em 2009, deu-se início à formação de engenheiros de computação. O principal departamento responsável pelas demandas operacionais desses cursos (departamento sede) é o Departamento de Engenharia Elétrica e de Computação (DEEC).

Em 1994, iniciaram-se as atividades de pós-graduação em engenharia elétrica da UFBA em nível Stricto Sensu com a criação do Curso de Mestrado em Engenharia Elétrica (CMEE) que visava atender às necessidades de profissionais de alta qualificação em engenharia elétrica para os setores acadêmico e industrial. O curso surgiu a partir de cursos de especialização ofertados para funcionário de empresas do setor elétrico, como Eletrobrás e Coelba, onde os alunos cursavam a disciplinas dos cursos de especialização e posteriormente, caso desejassem, elaborariam uma dissertação de mestrado. A partir daí, estabeleceram-se convênios de cooperação com o Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica da Universidade Federal de Minas Gerais e com o Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) bem como aprovou-se um projeto de cooperação com uma Instituição de Ensino Superior da França,  liderado pela UFCG e com a participação da UFBA nos moldes do programa CAPES-COFECUB, por meio do qual, alguns professores do Departamento de Engenharia Elétrica (nome do departamento na época) da UFBA realizaram os seus cursos de doutorado e estágios de pós-doutorado na França. 

Nesta primeira fase de operação, as regulações nacionais para a pós-graduação permitiam que instituições públicas de ensino criassem cursos de pós-graduação em nível Stricto Sensu e iniciassem sua operação com admissão de alunos antes mesmos do aval da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). O credenciamento, ou reconhecimento do curso, poderia ser solicitado com o curso em funcionamento. Logo na sequência da criação do CMEE, mudaram-se as regulações a respeito do funcionamento de cursos Stricto Sensu no país e a solicitação de reconhecimento do CMEE não aprovada pela CAPES e o curso foi fechado para o recebimento de novos alunos logo nos primeiros anos de funcionamento. Uma das fortes razões para essa negativa de funcionamento era a inexistência no quadro docente do então DEE de massa crítica de docentes capaz de conduzir com segurança e eficiência um curso Stricto Sensu, mesmo no âmbito de mestrado. Na época existiam apenas três professores doutores com pouca experiência em pesquisa de qualidade e pouca produção intelectual relevante. Os alunos que já estavam matriculados foram autorizados a concluir seu curso e em decorrência disso aproximadamente uma dezena de dissertações foi defendida nesta primeira fase de funcionamento.

Em 1999, após uma reformulação da estrutura curricular do CMEE e o aumento do número de docentes permanentes possuidores do Título de Doutor com alguma experiência em pesquisa de qualidade e produção intelectual relevante, o CMEE foi autorizado e recomendado pela CAPES para a área de concentração Processamento da Informação e Energia, com duas linhas de pesquisas: (i) Processamento de Sinais e (ii) Automação Industrial. O início do funcionamento autorizado pela CAPES foi em 2001. 

Em 2006, o CMEE passou a ser reconhecido pela UFBA como um Programa de Pós-Graduação, o PPGEE. Em 2007, como fruto de uma cooperação de longa data com o Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica da UFCG, elaborou-se uma proposta de Curso de Doutorado em Engenharia Elétrica (CDEE) para o PPGEE em associação temporária de seis anos com a UFCG. Esta proposta foi aprovada pela CAPES no ano de 2008 para início das atividades do curso de doutorado no ano de 2009. Neste formato de associação, no início do curso de doutorado, os trabalhos dos alunos eram desenvolvidos, em geral, sob a supervisão conjunta de docentes da UFBA e da UFCG, e as atividades vinculadas a estes trabalhos poderiam ser desenvolvidas tanto na UFBA como na UFCG. Para viabilizar esta cooperação, foram submetidos e aprovados projetos de apoio à cooperação, como os projetos aprovados em Editais PROCAD (Programa Nacional de Cooperação Acadêmica) da CAPES. Com isso, alguns alunos fizeram estágio para desenvolvimento de seus trabalhos de tese na UFCG. Findo o período de cooperação em associação temporária, os trabalhos de doutoramento passaram a ter orientações majoritariamente feitas pelos docentes locais ou em alguns casos com outras cooperações não restritas à UFCG.

No início do ano de 2020, concernente ao número de alunos, o PPGEE conta com 89 mestrandos e 60 doutorandos regularmente matriculados. Até o final de 2019, foram registradas as defesas de 221 dissertações de mestrado e 22 teses de doutorado desde o início do programa de pós-graduação. A área de concentração do PPGEE está mantida em Processamento da Informação e Energia. Atualmente existem cinco linhas de pesquisas: (i) Processamento e Transmissão da Informação; (ii) Microeletrônica e Instrumentação Eletrônica; (iii) Controle e Automação; (iv) Sistemas de Potência; e (v) Computação e Robótica.

Atualmente, o coordenador é o professor Jés de Jesus Fias Cerqueira e o vice-coordenador é o professor Tito Luís Maia Santos.


 


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